Às vezes dou por mim de boca aberta, olhos esbugalhados, a contemplar certas e determinadas atitudes.
Sou muito dona do meu nariz, muito senhora da minha vida, e uma das coisas que me tira verdadeiramente do sério é alguém pensar que pode e que tem o direito de controlar a minha vida ou impor obrigações. A mim ou a quem amo.
Sobretudo, quando confundem amizade com outros estatutos.
Por bem, ajudamos todos os amigos, se pudermos. Mas quando nos tentam impor seja o que for, como se fosse obrigação nossa, quando claramente não é, ai sim, salta-me a tampinha!
E o pior, é que sinto que só nos faz isto quem percebe que temos coração mole e ignoramos muitas situações pelo bem da relação.
Mas nunca, em caso algum, devemos deixar que nos anulem desta forma, que mexam com o nosso interior fazendo-nos sentir culpados e responsáveis de situações que não têm nada a ver connosco. E mesmo que tenhamos, ninguém tem o direito de nos controlar, de uma maneira ou de outra. É uma violência, como qualquer estalo ou insulto, à nossa integridade.
Por mim, por quem amo, por todos, não permitirei que voltem a fazer o mesmo.
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